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Memória e Patrimônio

Tem como objetivo fomentar o desenvolvimento de projetos de pesquisa histórico-cultural, que podem proporcionar cruzamentos teóricos e/ou práticos com reflexões estéticas, poéticas, políticas e conceituais, em suas diversas dimensões.


São objetos possíveis de investigação deste segmento: pesquisas sobre os campos de ancestralidade, vida comunitária, movimentos sociais, ritos e tradições culturais, expressões religiosas, museologia, investigações metodológicas no campo da Arte-educação e Formação em Memória e Patrimônio Cultural (Material e/ou Imaterial), dentre outros.

PROJETOS EM ANDAMENTO


CARTOGRAFIA SOCIAL DAS PRÁTICAS CULTURAIS PERIFÉRICAS
DAS JUVENTUDES DO GRANDE BOM JARDIM

Grupo Idealizador:
Antonio Igor Aguiar da Paz, Ana Livia Maciel de Sousa, Tadeu Lucas de Lavor Filho

Professora mediadora: Edivânia Marques

O objeto dessa pesquisa são as práticas culturais dos coletivos juvenis da periferia do Grande Bom Jardim (GBJ) em Fortaleza. Contempla o GBJ os bairros: Bom Jardim, Siqueira, Granja Lisboa, Granja Portugal e Canindézinho. A pergunta de partida é: como são vivenciadas as práticas culturais dos coletivos juvenis na periferia do Grande Bom Jardim? Quais são as práticas culturais produzidas pelos coletivos juvenis? Como os coletivos juvenis legitimam uma identidade periférica? Os campos investigativos são: cultura juvenil e suas relações com os estudos decoloniais, estudos subalternos, interseccionalidade e estudos afrodiasporicos.

A mediadora do projeto, Edivânia Marques, conta que o projeto trata-se de um mapeamento de cartografia social voltado para os coletivos de juventudes do Grande Bom Jardim, entendendo os mesmos como expressões legítimas de organizações políticas que interferem direta e indiretamente no território.

Subsidiados em formações sobre o conceito de Região, territórios, juventudes e Coletivos, almeja-se dialogar por meios onlines – em razão da Pandemia do Covid 19 com estes coletivos para que a partir de então se gere um produto de mapas temáticos e/ou afetivos de modo a georreferenciar esses grupos dentro do recorte espacial em estudo. Assim, a mediadora, junto com o grupo, pretende chegar ao final desse processo, com dados qualificados acerca desses coletivos para que modo mais respeitoso possível, tenham uma base para engrandecer ainda mais suas experiências e práticas no Sudoeste de Fortaleza.

“Certamente estar vinculado ao Laboratório de Memória e Patrimônio do Centro Cultural do Bom Jardim foi uma experiência gratificante em todos os sentidos possíveis. Permitiu que pudéssemos vivenciar situações e trocar saberes. Em meio a esta troca, conhecemos pessoas, fizemos amigos, compartilhamos ideias e emoções, aprendemos empiricamente e com o próximo. Nesta jornada de 5 meses em meio a reuniões, estudos e firmamentos lapidamos mais um pouco nossa mente e nossas perspectivas sobre o território que sempre nos marcará, o Bom Jardim”, conta Igo, sobre a experiência do grupo no processo de pesquisa.

“Cartografia social das práticas culturais periféricas
das juventudes do Grande Bom Jardim” em Imagens


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